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Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos inicia ano letivo com “todos os cuidados que a pandemia exige”

O Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos inicia o novo ano letivo 2020/2021, com ensino presencial para 1341 alunos, embora “estejam a ser salvaguardadas as normas e indicações da Direção Geral da Educação (DGE) e da Direção Geral da Saúde (DGS) adequadas à realidade do agrupamento”, esclareceu ao Jornal das Caldas, o diretor do agrupamento, José Santos, adiantando que “todas as escolas do AEJO já estão preparadas para os cuidados que esta pandemia exige, tapetes desinfetantes à entrada, EPIs que vão ser distribuídos, desinfeção de todos os espaços, e uma sala para cada turma”.

01-09-2020 | Mariana Martinho

O Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos inicia o novo ano letivo com ensino presencial para 1341 alunos
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O Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos inicia o novo ano letivo com ensino presencial para 1341 alunos
A poucos dias para o arranque do próximo ano letivo, que começa entre 14 e 17 de setembro, o agrupamento prepara soluções para lidar com a pandemia de Covid-19, de modo, a poder receber os 1341 alunos distribuídos pelos diferentes níveis de ensino (228 alunos no Pré-Escolar, 425 no 1.º Ciclo do Ensino Básico, 213 no 2.º Ciclo, 275 no 3.º Ciclo, 134 no Secundário, 44 Curso Profissional, e 22 no Curso de Educação e Formação). Este ano, segundo o diretor do agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos (AEJO) registou “um aumento de alunos no ensino regular, o que levou a uma redução dos alunos no ensino profissional”, e como tal, “todos irão começar com ensino presencial, embora estejam a ser salvaguardadas as normas e indicações da DGE e DGS adequadas à nossa realidade”.
As aulas irão funcionar em três regimes (presencial, misto e não presencial), sendo que as “alterações entre os mesmos serão resultantes da interação com a autoridade Regional de Saúde”. Haverá ainda horários desfasados, atribuição de salas únicas a cada turma, que terá entre 14 e 26 alunos, e um investimento em medidas de prevenção e desinfeção, como compra de tapetes desinfetantes, vidros de proteção e outros procedimentos.
Para José Santos, “os desafios que este ano nos irá trazer são inúmeros e para além disso, muitos dos quais ainda nem conhecemos, mas o maior será sempre impedir quaisquer surtos de vírus entre os nossos alunos, professores e funcionários e respetivas famílias”.
No que diz respeito ao pré-escolar, que “já está, em termos físicos, adaptado à nova realidade”, foi instalado tapetes desinfetantes, EPIs, e desinfeção de todos os materiais usados. Também reforçou-se o número de assistentes operacionais e estabeleceu-se articulação com as Juntas de Freguesia e Câmara Municipal de Óbidos para cedência de espaços para refeitórios e ATL.
Já no 1º e 2º ciclos haverá entradas e intervalos desfasados. “Pretende-se, o que tem sido apresentado como mais eficaz na diminuição de contágios, o menor contacto possível com pessoas diferentes”, sublinhou o diretor do Agrupamento, adiantando que “os alunos irão contactar preferencialmente e só com os colegas de turma, professores titulares e professores das disciplinas, assistentes operacionais”.
No caso dos mais velhos, 3º ciclo e secundário irão funcionar da “mesma forma”, com horários desfasados, uma sala para cada turma, refeições por turnos e regime takeway, “sempre que possível”. Além disso, “em todos os ciclos os lanches deverão vir de casa”.
Neste momento, segundo José Santos, “todas as outras escolas do agrupamento já estão também preparadas para todos os cuidados que esta pandemia exige, tapetes desinfetantes à entrada, EPIs que vão ser distribuídos, desinfeção de todos os espaços, uma sala para cada turma”. Igualmente vão permitir, à semelhança do que já foi feito com o reinício das aulas do Ensino Secundário no 3º período e na 1º Fase dos Exames Nacionais, o estabelecimento de circuitos para que as turmas circulem por espaços diferenciados e “não se cruzem entre si”.
“As nossas escolas têm uma série de entradas que não eram usadas por nunca ter havido essa necessidade e que, com a pandemia, se revelaram uma mais-valia para circuitos alternativos de circulação de alunos”, frisou o responsável, adiantando que “será feita a higienização de todos os espaços com a regularidade necessária”.
Já no que toca à recuperação das matérias que ficaram por aprender no passado ano letivo, devido ao modelo de ensino à distância, o plano será duas turmas de apoio tutorial específico, tutorias individuais e mentorias.
Em relação ao uso de máscaras, o diretor do agrupamento esclareceu que “serão obrigatórias dentro e fora das aulas para todos os ciclos de ensino”, exceto para o 1.º ciclo do Ensino Básico onde a utilização dentro da sala será doseada, e de acordo com as características individuais da turma, ou ainda para o pré-escolar, onde pela idade dos alunos não se utilizarão máscaras, sendo utilizadas medidas alternativas de prevenção.
A falta crónica de funcionários nas escolas é agora agravada com o aumento de tarefas, desde a necessidade de um maior controlo dos alunos até à higienização constante dos espaços. Como tal, o Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos tem neste momento abertos concursos públicos para reforço de funcionários.

“Este ano tem um sabor agridoce”

Para o diretor do agrupamento, José Santos, “este ano tentamos não esperar muito. A nossa maior preocupação é de que não se registem surtos nem casos no nosso agrupamento. No entanto, também temos processos e certificações que iremos conseguir pela primeira vez este ano”. Nesse sentido, “este ano tem um sabor agridoce, se por um lado estamos apreensivos com toda esta conjuntura, por outro temos vários processos importantíssimos para o Agrupamento, que não podem parar”.
Assim, durante o início deste novo ano letivo, o agrupamento irá encerrar a certificação de qualidade EQAVET, com a implementação de “mais uma ferramenta no presente ano letivo para garantir o alinhamento com o quadro EQAVET”. “Através do projeto EQAVET, procuram consolidar-se as práticas de ensino-aprendizagem orientadas segundo os critérios da qualidade: o planeamento, a implementação, a avaliação e a revisão, bem como o diálogo institucional para melhoria contínua da oferta de EFP”, explicou o diretor do AEJO.
Para além disso, o agrupamento também irá avançar como o “Sistema de Autoavaliação CAF Educação”, que consiste num modelo de Gestão da Qualidade Total desenvolvido pelo setor público e para o setor público, inspirada no Modelo de Excelência da Fundação Europeia para a Gestão da Qualidade (EFQM®) e adaptado ao setor da Educação.
Este modelo, que analisa a organização simultaneamente por diferentes ângulos promovendo uma análise holística do desempenho da organização, apresenta-se como “uma ferramenta fácil de utilizar para ajudar as organizações do setor da Educação em toda a Europa, a melhorar o desempenho através da utilização de técnicas de gestão da qualidade”, explicou o responsável.
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