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Caldas / Política
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Abaixo-assinado pede redução de velocidade de motos na Estrada Atlântica

As motos que circulam a grande velocidade na Estrada Atlântica, na zona que separa Salir dos Casais de Salir do Porto, foram motivo de um abaixo-assinado apresentado na passada terça-feira na sessão extraordinária da Assembleia Municipal das Caldas da Rainha.

29-07-2020 | Marlene Sousa

Segundo o presidente da União das Freguesias de Tornada e Salir do Porto, os sinais de velocidade máxima não são respeitados
Segundo o presidente da União das Freguesias de Tornada e Salir do Porto, os sinais de velocidade máxima não são respeitados
A petição, com cerca de 200 assinaturas, intitulada “Antes que Seja Tarde”, tem como objetivo que o executivo camarário, deputados da Assembleia Municipal e agentes da GNR das Caldas resolvam o problema de circulação a grande velocidade que não só cria o risco de sinistros como provoca um ruído ensurdecedor que são motivo de preocupação para a população de Salir do Porto, em particular aos moradores da Rua da Ponte, da Estrada Atlântica e Rua Professor Montenegro.
De acordo com o texto que acompanha o abaixo-assinado, “as ruas têm uma inclinação assinalável e que estão propícias para quem faz das nossas ruas autênticas pistas de aceleração, pondo em perigo a vida de quem ousa atravessá-las, principalmente ao fim-de-semana”.
Os peticionários (moradores das ruas referidas e população de Salir de Porto) solicitam às entidades competentes que “sejam tomadas medidas que minimizem os riscos de acidente e da poluição sonora”.
O presidente da União das Freguesias de Tornada e Salir do Porto, que é um dos subscritores da petição, relatou a sua preocupação com o excesso de velocidade dos veículos, apontando que já houve uma morte na estrada. Queixou-se ainda do excesso de ruído na freguesia, por vezes também à noite. “Não sei como não houve mais acidentes, especialmente aos fins de semana”, salientou Arnaldo Custódio, revelando que já se fez uma intervenção com sinalização, com placas de velocidade máxima de 50km/h que “não são respeitadas”.
O autarca defendeu um estudo para averiguar como resolver o problema. No entanto, admitiu que não conhece outra forma de reduzir a velocidade sem ser com a colocação de lombas redutoras no asfalto. “É preciso agir antes que haja mais acidentes e mortes e que seja tarde demais”, salientou.
Arnaldo Custódio explicou que, estando em época de verão, “aos sábados e domingos e feriados a nossa aldeia, em particular a praia, é muito frequentada e consequentemente tem um trânsito assinalável”.
O documento do abaixo assinado recorda ainda o elevado número de sinistros que aconteciam na denominada reta de Tornada e que a introdução de sinalética e outras medidas contribuíram decisivamente para a redução da velocidade e do índice de sinistralidade.
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