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  5 de Junho de 2020
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Opinião
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Entrada livre - espaço de opinião sobre a diversão noturna na região Oeste.

7º Tema: Profissões perdidas do mundo da diversão nocturna

Antigamente, o sector nocturno empregava diversas pessoas em ramos distintos, desde os famosos “apanha-copos, vj’s , lj’s , mc’s , relações públicas, copeiros, bailarinos/as , arrumadores , porteiros, entre outras funções, que faziam de um estabelecimento um verdadeiro empregador. Quem não se lembra dos famosos mc’s , que agitavam o público e levavam toda a energia para as pistas? Os vj’s e lj’s, combinados, davam verdadeiros shows de vídeo e luz em simultâneo, levando-nos para uma atmosfera diferente. Os bailarinos/as encantavam com as suas danças, movimentos e sensualidades.

28-12-2017 |

Olho em redor, frequento diversos sítios de norte a sul de Portugal e posso afirmar que muitas destas “profissões” já não existem. Há quem culpe a economia, a má gestão, a falta de valorização, eu simplesmente culpo as gerências, por não completarem e inovarem a sua diversão e por seguirem caminhos simples para alcançarem o sucesso, o que muitas vezes resulta mal e acabam por encerrar.
Sinceramente acho que o sucesso passa pela aposta nestes sectores, na diversidade e na dinamização. Também passa pelos seus recursos humanos, neste caso pela sua equipa, tendo a seu lado um bom staff que veste a camisola e que trabalha para o sucesso, todo o caminho se torna mais fácil. Um exemplo: um clube emprega dez pessoas em ramos diferentes, juntos vão dar um espetáculo diferente para o público. Afinal quem não gosta de ver coisas novas? Se cada membro do staff leva cinco amigos, já estamos a falar de 50 pessoas, e esses amigos levam outros. O cliente gosta e volta!
Hoje em dia uma discoteca mete um dj e não aposta em mais nada. Há que ver de outra forma a diversão nocturna, que é o escape ao stress semanal, a saída da rotina, a alegria de dançar, tantas razões que fazem a noite ser o que é, mágica.

Rúben Alves
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