Caldas / Economia

Resultado líquido superior a três milhões de euros em 2018

A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche finalizou o ano de 2018 com um resultado líquido superior a três milhões de euros, um crescimento de 29% face ao resultado apresentado em 2017, alcançando um ativo líquido superior a 302 milhões de euros.


A sua carteira de crédito a clientes ascendeu a 149 milhões de euros, registando um aumento de 400 mil euros face a 2017 e os recursos totais de clientes totalizaram 281 milhões de euros, representando face ao período homólogo um crescimento de 26 milhões de euros.
Estes valores permitem-lhe atingir um rácio de CET1 (Common Equity Tier 1) de 19,2%. Este é um rácio que mede o peso dos melhores fundos próprios tendo em conta o perfil de risco da instituição (ativos ponderados pelo risco), ou seja, estabelece um nível mínimo de capital que as instituições devem ter em função dos requisitos de fundos próprios decorrentes dos riscos associados à sua atividade. Como tal, este rácio é apurado através do quociente entre o conjunto de fundos próprios designado de “core” e as posições ponderadas em função do seu risco. Os grupos bancários em Portugal devem apresentar rácios CET1 não inferiores a 8%.
Face aos resultados, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche regozija-se por “integrar um grupo financeiro sólido, de capitais exclusivamente nacionais, que agrega atualmente 656 agências e que aposta numa relação de proximidade e de confiança com os seus clientes e associados”.

Grupo Crédito Agrícola com 112,5 milhões de lucros

“O Grupo Crédito Agrícola apresentou um resultado líquido consolidado (não auditado) de 112,5 milhões de euros no exercício de 2018, reforçando a solvabilidade do Grupo (rácio CET1 fully loaded de 15,2%) e uma saudável rentabilidade (Return on Equity (ROE) de 7,42%). A contribuir para o desempenho do Grupo esteve, essencialmente, o Produto Bancário Recorrente (entendido como Produto Bancário excluindo Resultados com Operações Financeiras) do negócio bancário, que apresentou um aumento de 20 milhões de euros, face a 2017, para 469,8 milhões de euros”, revela a instituição.
No negócio bancário, a carteira de crédito bruto a clientes ascendeu a 9,96 mil milhões de euros, um aumento de 5,6% face a 2017, em contraciclo com o mercado que registou uma quebra de 1,6% (Fonte: Banco de Portugal – Estatísticas Monetárias e Financeiras), o que consubstancia um reforço de quota de mercado em 0,4 p.p. para os 5,4%.
Os recursos totais de clientes aumentaram em 1.011 milhões de euros, um crescimento de 6,8 % face a 2017, com os depósitos de clientes a aumentarem de 12,6 mil milhões de euros para 13,9 mil milhões de euros (mais 10,4% face a 2017), superando o aumento de 4,8% registado no mercado bancário nacional, o que evidencia a confiança depositada no Grupo Crédito Agrícola e permite um aumento da quota de mercado para 7,5%.
O Crédito Agrícola, o único banco cooperativo em Portugal, é uma instituição financeira de capitais exclusivamente nacionais, presente em todo o território português e com a maior rede de agências do país (Fonte: press releases dos bancos com referência a dezembro de 2018), sendo reconhecido pelo mercado como o melhor banco da sua categoria, pela “Escolha do Consumidor 2019”.
Em 2018, o Crédito Agrícola foi premiado pelo quinto ano consecutivo com o título de “O Melhor Banco no Serviço de Atendimento ao Cliente”, encontrando-se igualmente referenciado no Relatório de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal de Maio de 2018 e na Sinopse de Atividades de Supervisão Comportamental de Outubro de 2018 como uma das instituições com menor número de reclamações registadas.

Author: Jornal

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