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Sociedade, Óbidos
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Esta região é marcada pela por um crescimento acima da média nacional de segundas residências

27-05-2009 |

Esta região é marcada pela por um crescimento acima da média nacional de segundas residências
Esta região é marcada pela por um crescimento acima da média nacional de segundas residências
Estudo da expansão das segundas residências em na Região Oeste O Centro de Estudos do Território, Cultura e Desenvolvimento da Universidade Lusófona vai adoptar a região Oeste como exemplo para o estudo da expansão das segundas residências em Portugal.?Em Portugal, nomeadamente na Região Oeste, a expansão de segundas residências atingiu grandes proporções. De acordo com os Censos de 2001, o fenómeno da segunda habitação no Oeste cresceu 45 por cento face a 1991, enquanto a média nacional foi de 40 por cento. Como esta região é marcada pela presença e por um crescimento acima da média nacional de segundas residências e é referida no Plano Estratégico Nacional de Turismo como uma das regiões com maior potencial para a expansão do turismo residencial, foi implantada no Oeste uma extensa investigação de campo sobre a expansão das segundas residências e planeamento do desenvolvimento territorial. O projecto denominado Segrex, foi lançado em Óbidos numa conferência sobre o tema, que decorreu no passado 22 de Maio, na Casa da Música em Óbidos. Segundo o coordenador do projecto Segrex, Zoran Roca, o estudo do fenómeno da expansão das segundas residências em Portugal pretende ser um contributo “fundamental” para a organização do território e para as respectivas políticas de desenvolvimento e de planeamento. “A equipa do projecto, irá desenvolver um modelo conceptual e metodológico inspirado em teorias sobre o meio rural pós-produtivo, sobre a formação de uma “classe de lazer”, sobre a (re)construção e o consumo das identidades territoriais, entre outras”, apontou. “As segundas residências surgiram quase de forma espontânea e não foram planeadas”, apontou Zoran Roca, para quem este fenómeno veio trazer alterações no repovoamento e ocupação do espaço.?Neste sentido, a equipa de investigadores vai iniciar um inquérito junto das autarquias, imobiliárias e agentes turísticos com o intuito de identificar os locais onde se regista um maior número de segundas habitações e recolher dados sobre quem são os residentes, quais as suas motivações ao escolherem os locais onde têm casa e qual a regularidade e os motivos da sua permanência, entre outros dados. Segundo este responsável, os resultados do projecto Segrex, serão disponibilizados aos municípios e outros agentes interessados locais e regionais. “Serão também, disseminados através de redes internacionais que se dedicam ao estudo da paisagem e da ocupação do solo, ao planeamento regional e urbano e a outros aspectos do desenvolvimento territorial e que culminará num congresso internacional sobre esta temática no fim do projecto em 2011”, revelou. De acordo com dados apresentados pela professora, Maria de Nazaré Oliveira Roca que fez uma visão macroscópica da expansão das segundas residências no Oeste, “depois do Algarve, o Oeste é o principal destino de quem quer ter segunda residência, enquanto o Plano Regional de Ordenamento do Território para o Oeste e Vale do Tejo aponta o turismo residencial como um dos pontos fortes do crescimento da região, o que explica a existência desta oferta nos complexos turísticos que já existem ou que estão projectados”. O projecto que tem como parceiros a Agência para o Desenvolvimento do Oeste (ADRO), a LEADER Oeste e a Câmara Municipal de Óbidos é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência. Nesta conferência, teve também lugar a primeira apresentação pública do livro “Terra e Casas do Oeste”, de autoria do membro do TERCUD, Fernando Varanda, da editora Argumentum. Este livro é um dos resultados do projecto IDENTERRA, mas o seu conteúdo e a sua mensagem incidem também sobre o fenómeno dfas segundas residências no Oeste o que faz dele uma ligação com o projecto Segrex. Marlene Sousa
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