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GNR garantiu segurança dos jogadores

Horas antes da chegada da seleção ao estádio municipal de Óbidos para os treinos abertos onde compareciam milhares de adeptos, militares da GNR vasculhavam todos os cantos à procura de engenhos explosivos. A operação, que passava despercebida por ser realizada à porta fechada, foi acompanhada pelo JORNAL DAS CALDAS.

09-06-2012 | Francisco Gomes

No estádio municipal a GNR controlou os adeptos/Foto Carlos Barroso
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No estádio municipal a GNR controlou os adeptos/Foto Carlos Barroso
Seis elementos da equipa de inativação de engenhos explosivos e segurança em subsolo, acompanhados de dois cães, faziam buscas por todo o estádio, desde os balneários às bancadas, vasculhando salas de arrumos, anexos, corredores, contentores do lixo, esgotos, respiradouros e até sanitas para detetar qualquer tipo de ameaça terrorista.
Antes de entrarem em ação, os cães eram testados pelos militares, que colocaram duas amostras de matérias detonantes em pontos diferentes. Na busca que o JORNAL DAS CALDAS acompanhou, os animais descobriram os explosivos nos sumidouros da água e nos chuveiros, sinalizando-os aos operacionais da GNR ficando junto a eles até que sejam identificados. Como “recompensa” os cães receberam um boneco, o que funcionou como estímulo para a deteção.
Quando os jogadores chegavam duas horas depois ao estádio já os militares há muito que tinha concluído a operação. Entrava então em ação o grupo de intervenção da ordem pública da unidade de intervenção de Lisboa, com cerca de vinte elementos, que vigiava o comportamento dos adeptos.
Não houve qualquer ocorrência, tirando no primeiro dia dos treinos abertos em que houve que controlar ânimos exaltados de alguns adeptos que não tinham bilhete para entrar no estádio. Mas a GNR ajudou a serenar a contestação.

Bomba simulada no hotel

A GNR testou um cenário de ameaça de bomba no hotel da seleção, antes do início do estágio. A simulação foi tão real que uma funcionária quase desmaiou quando descobriu o que supostamente seria um engenho explosivo num dos quartos. Chamada a equipa especial da GNR, foi também detetada uma falsa bomba no carro do imaginário cliente desse quarto que estava no parque de estacionamento do hotel e que foi desativada por meio de detonação.
Também no dia em que a seleção se despediu de Óbidos, militares vasculharam a Rua Direita tal como faziam no estádio municipal.

25 militares

O comando territorial de GNR de Leiria tinha cerca de 25 militares em operações relacionadas com a seleção, no hotel, no campo de treinos e no estádio municipal.

Impedir acesso

No campo de treinos da Praia d’El Rey os militares do destacamento das Caldas da Rainha tinham como principal tarefa impedir o acesso a pessoas não autorizadas.

Viagens acompanhadas

A deslocação da seleção para os jogos no municipal de Leiria e na Luz foi acompanhada por equipas do destacamento de trânsito da GNR de Torres Vedras e de Leiria.

Francisco Gomes
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