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Dragagens na Lagoa atrasaram por causa da deslocação da aberta

“O atraso de dois meses nos trabalhos de dragagem na lagoa devem-se ao mau tempo e à forte ondulação que provocou a deslocação da aberta”, disse André Guerreiro, responsável pelos trabalhos em curso, após ter proporcionado um passeio de barco na Lagoa, no passado dia 30, organizado pelo Conselho da Cidade. A conclusão das dragagens na Lagoa de Óbidos estavam previstas para meados do mês de março, mas as máquinas continuam a trabalhar. André Guerreiro, da empresa Sofareia, a quem a Irmãos Cavaco, SA (empresa de Santa Maria da Feira que ganhou o concurso do Ministério do Ambiente) adjudicou a realização deste trabalho, afirmou que estão a concluir os trabalhos e tudo indica que terminarão as dragagens nos meados deste mês.

06-06-2012 | Marlene Sousa

Conselho da Cidade organizou percurso de barco durante o qual foi comentada a importância da Lagoa
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Conselho da Cidade organizou percurso de barco durante o qual foi comentada a importância da Lagoa

“Fizemos a abertura da barra em dezembro, as coisas correram  bem, mas devido a algumas tempestades e ondulações, a própria barra  teve a tendência a migrar para sul e toda essa migração fez o assoreamento naquela zona onde nós já tínhamos estado a executar  trabalhos”, explicou o  responsável, acrescentando que neste momento estão a executar novamente trabalhos na “zona onde já tinha sido dragada e esse é um dos  motivos que levou ao atraso da empreitada, que neste momento estamos a resolver”.

André Guerreiro indicou que neste momento estão a trabalhar doze pessoas e apenas duas dragas, porque o espaço é limitado junto à aberta. 

João Caldas, habitante na Foz do Arelho e um dos elementos fundadores da Associação dos Amigos da Lagoa de Óbidos, criada em 1976, integrou o grupo que beneficiou a oportunidade de visitar a lagoa de barco. Durante o percurso falou da importância da mesma e defendeu que as dragagens não deveriam começar junto ao mar mas sim nos braços da barrosa e do bom sucesso, que são zonas mais assoreadas.

Maria Júlia Carvalho, presidente do Conselho da Cidade, explicou que decidiram levar a cabo esta iniciativa com o objetivo de dar a conhecer o ponto da situação das dragagens, “sendo uma chamada de atenção para os problemas da Lagoa e ver o que poderá vir a ser feito para preservar as condições naturais da Lagoa e tudo aquilo que está relacionado com  ela do ponto de vista turístico e ambiental”. “Pessoas que tenho ouvido, como João Caldas, consideram que as  dragagens não estarão a ser feitas da maneira mais correta, mas isso  são aspetos técnicos que não domino”, adiantou esta responsável.

O Conselho da Cidade das Caldas da Rainha convida os amantes da natureza para um passeio pedestre ao longo da Lagoa, no dia  9 de junho, com concentração e lugar de partida e chegada junto ao Cais, às 10,30 horas.

Este passeio será comentado por João Caldas, que prestará informação sobre este importante espaço aquático.

Estima-se a duração do passeio em cerca de 60 minutos e espera-se que o ambiente de convívio continue após a caminhada, já que é possível, a quem o desejar, almoçar em grupo num dos restaurantes da área.

 

COMENTÁRIOS
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A.Nobre07-06-2012 às 15:11
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Infelizmente é assim!!! Chama-se a comunicação social, pregasse-lhes umas mentiras e a "coisa" continua. Nada disto meus amigos, a obra está atrasada por falta de liquidez do empreiteiro, neste caso Irmãos Cavaco, não pagam ao sub-empreiteiro Sofareia e a obra não avança, semanas a fio sem gasóleo para as máquinas, pois a GALP não fia, e agora vêm dizer convenientemente que é por causa do estado do mar, que este até à data tem estado até bastante mansinho para a época. Esta mentira pegada, que só pode ter conivência dos homens do INAG (Fiscais e Engenheiros que estão no terreno) porque defendem estes homens o Empreiteiro e não o Estado que é quem lhes paga? Qual o interesse em se afirmar que a obra não avança por causaa do mar mas sim por falta de dinheiro? Porque é que as entidades que outro hora bradaram pelas dragagens na Lagoa (Câmaras Municipais de Caldas e Óbidos) estão caladinhas que nem ratos? Qualquer fraca investigação a este caso, depressa confirma o que estou a denunciar, fato que oportunamente chegará ao gabinete da Srª Ministra do Ambiente, devidamente fundamentado...pois também ela anda a ser enganada.
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