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Escolhas do Editor, Caldas da Rainha, Política
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Catarina Paramos é a nova líder do PS das Caldas

A lista liderada por Catarina Paramos foi a vencedora das eleições para a Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Caldas da Rainha (biénio 2012/2014), que tiveram lugar a 1 de junho. Catarina Paramos obteve uma vitória expressiva, com 64% da totalidade dos votos. De salientar que participaram nas eleições 99% dos militantes com capacidade eleitoral ativa.

08-06-2012 |

Para presidente da Mesa da Assembleia Geral de Militantes foi reeleito Hermínio de Oliveira.
Catarina Paramos é a primeira mulher eleita presidente do Partido Socialista das Caldas da Rainha.
Depois de anunciada a sua vitória, Catarina Paramos agradeceu a todos os socialistas e destacou “a forma entusiasmada como os militantes aderiram a este ato eleitoral, numa votação que foi histórica” e referiu a sua “satisfação pela confiança depositada“ na sua equipa e no seu projeto, destacando “os tempos que se seguem deverão ser de união em torno do partido”.
A propósito do seu projeto, a nova presidente referiu que “a expectativa criada à nossa volta e a esperança depositada em nós são muito altas, mas penso sinceramente estarmos à altura dos desafios que nos esperam”.
Na sua opinião, “nós só conseguimos gerar esperança e confiança se mudarmos de política e isso implica, necessariamente, mudar para o caminho alternativo que defendemos”.
“Este é um projeto político que visa servir melhor os caldenses, auscultando o que as pessoas pensam em primeiro lugar. Como pensamos fazer isso? Criando plataformas e canais de debate que permitam que as pessoas deem os seus contributos, contributos que nos permitam aperfeiçoar e melhorar a nossa própria abordagem, com vista à criação de um projeto autárquico participado e participativo a apresentar em 2013, com o qual as pessoas se identifiquem e no qual é fundamental que as pessoas se revejam”, explicou.
Relativamente à opção de se candidatar, apesar da sua juventude, considera que “ser jovem não é uma coisa má, é aliás, maravilhoso”.
A militante considera que “todas as pessoas devem inscrever-se em partidos políticos para que possam realmente influenciar os destinos de uma freguesia, de um concelho, de um país e, foi isso que fiz e é o que aconselho, sempre, a todas as pessoas”.
A nova presidente afirmou ainda que “encaro a minha candidatura como um dever cívico, tenho amigos que fazem voluntariado, outros estão mais ligados ao associativismo, eu inscrevi-me no partido com o qual me identifico”. Para si, “estar no PS é, assim, a minha forma de colaborar ativamente na comunidade local em que habito e com a qual me preocupo, de uma forma simples, nada disto é mais do que colocar a minha voz ao serviço dos interesses dos caldenses”.
De acordo com a visão da recém-eleita, “Caldas da Rainha tem condições excecionais, está, no entanto, subaproveitada. Preocuparam-se, anos a fio, com a criação de obra pública. Hoje assistimos ao definhar dos equipamentos. A crise, não pode servir de desculpa para tudo. Ao invés disso, a crise deverá ser encarada como uma forma de afirmação do município. Precisamos de reorientar os recursos humanos e financeiros e colocá-los ao serviço das pessoas”, adiantou.
“Se há menos dinheiro disponível, temos que ser imaginativos e apostar nas parcerias. Veja-se, por exemplo, o caso do CCC, que mantém uma estrutura fixa em funcionamento e não se abre às atividades culturais promovidas pelos caldenses, colocando entraves ou cobrando pela utilização de espaços que são de todos nós”, referiu, procurando demonstrar que existem outras formas de atuar e tomar decisões.
Para o PS das Caldas, Catarina Paramos insiste “na mobilização interna, num novo ciclo de políticas autárquicas de proximidade e na abertura do partido ao exterior”, como primeiros objetivos, sinais que – diz – deu exemplo no desenrolar da sua campanha para estas eleições. “Pela visibilidade que a minha candidatura me deu recentemente, houve pessoas que se aproximaram e quiseram tornar-se militantes do PS. Espero que mais pessoas se juntem e queiram contribuir para este novo ciclo de futuro e de vitória”, manifestou.Catarina Paramos quer também definir políticas de dinamização e vitalização social e cultural do espaço público urbano. “Esta cidade tem um deficit de qualidade de espaço público. Eu não posso olhar para um sem número de fachadas a ruir, porta sim, porta não e depois para um conjunto de obras levadas a cabo no âmbito do projeto de Regeneração Urbana de requalificação de pisos e passeios e ficar descansada com isso. Não é, seguramente, desta forma que se requalifica o espaço público”.
Embora tema que “o investimento em cimento, sem um pensamento estratégico e de futuro, continue a atirar areia para os olhos de alguns”, disse “acreditar no espírito crítico dos caldenses, caber-lhes-á, na altura própria, fazer o escrutínio da forma como são gastos os dinheiros públicos, o dinheiro que é de todos nós”.
Numa lógica de promoção de Caldas da Rainha, aproveitando o potencial artístico e criativo da Escola Superior de Arte e Design, defendeu que devem ser procuradas soluções que possibilitem colocar ao serviço da comunidade o potencial criativo de vários estudantes, explorando formas que facilitem a utilização de espaços vazios na cidade.
Com medidas destas, “conseguiríamos alcançar inúmeros benefícios para a cidade, tais como aumento da diversidade cultural e criativa e por conseguinte da sustentabilidade do ecossistema cultural; incremento da visibilidade de propostas artísticas pouco conhecidas; dinamização de novas áreas criativas; maior envolvimento de produtores e públicos na cena cultural; visibilidade mediática, diminuição de atos de vandalismo nos imóveis abandonados, ganho de prestígio social da própria cidade”.
Estando no seu segundo mandato como deputada na Assembleia Municipal, Catarina Paramos quer fazer também um trabalho mais próximo das juntas de freguesia, mas também dos seus fregueses, conhecer, em pormenor as dificuldades, desafios e esperanças que acalentam. “Temos um concelho com realidades muito diferentes, a agricultura assume especial importância em freguesias como Alvorninha e A-dos-Francos, mas também o turismo na Foz do Arelho ou em Salir do Porto, ou a indústria em Santa Catarina”, exemplificou.A nova presidente vai também iniciar uma ronda de encontros com várias entidades caldenses, de forma a “tomar o pulso” do concelho. Incontornáveis são questões como a Saúde (reorganização hospitalar e Hospital Termal), as vias de transporte (da Linha do Oeste ao estado das rodovias do concelho), o Emprego, o Comércio e Indústria, a Ação Social, a Juventude, entre outras.
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