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Câmara assegura Dia do Emigrante nas Tasquinhas e garante não fazer concorrência a restaurantes

Esteve para não se realizar, tendo mesmo sido retirado do programa, mas na inauguração da Festa de verão, vulgo Tasquinhas, foi revelado que o Dia do Emigrante sempre terá lugar na Expoeste, nas Caldas da Rainha. “A festa do emigrante esteve em risco, no ano passado foram gastos 15 mil euros, e este ano custará 8470 euros. Tivemos de baixar no preço da refeição, mas os emigrantes merecem. Serão servida mil refeições”, revelou António Marques, diretor da Expoeste.

08-08-2012 | Francisco Gomes

Prova de petiscos
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Prova de petiscos
O Dia do Emigrante tem lugar nesta quarta-feira, 8 de agosto. Este encontro realiza-se há já 20 anos e reúne centenas de emigrantes do concelho espalhados pelo mundo.
Agosto é tradicionalmente a data é escolhida pela maioria dos emigrantes desta região para se deslocarem a Portugal. É, por isso, um dia de grandes emoções.
Começa pelas 12h com o almoço convívio e continua tarde fora com animação cargo de Jaime Ferreira. Durante este evento, a artista caldense Rebeca, que este ano comemora 15 anos de carreira, será homenageada pela comunidade de emigrantes caldenses. Rebeca é presença habitual em muitos dos eventos realizados nas comunidades portuguesas emigradas. Pelas 22h30 dará um espetáculo, que servirá para gravação de um videoclip. Antes, o rancho das Relvas subirá ao palco.

Orçamento menor

Até 15 de agosto decorre o que António Marques descreve como sendo “a maior das organizações turísticas e culturais da zona centro no mês de agosto”. “Num ano dificílimo, as associações conseguiram esmerar-se”, considera.
O orçamento ronda os 67 mil euros, quando no ano passado foi de 72 mil euros. Organizado conjuntamente pela Câmara Municipal e Juntas de Freguesia do concelho das Caldas da Rainha, este evento apresenta uma mostra da gastronomia popular levada a efeito pelas associações e coletividades, onde se podem saborear pratos como xíxaros com respos, bacalhau com tiborna, queixadas assadas no forno, enguias e mariscos da lagoa, entre tantas outras especialidades, nas 21 tasquinhas presentes, em representação de 12 das 16 freguesias, com 2558 lugares sentados.
Paralelamente decorre uma mostra etnográfica de todas as freguesias do concelho e uma exposição das associações. Existem 97 pavilhões de exposição.
O programa de animação inclui grupos locais e artistas nacionais – Mónica Sintra atua na quinta-feira, Broa de Mel na sexta, e Clemente no sábado.

Inauguração com provas

Como é tradicional, a comitiva inaugural percorreu no passado sábado todas as tasquinhas, provando o que tinham cima da mesa ou do balcão. Entre autarcas e responsáveis de várias entidades, destaque para a presença do presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Soares, do presidente da Entidade Regional de Turismo do Oeste, António Carneiro, e dos deputados Maria da Conceição e Manuel Isaac.
António Carneiro revelou que “é sempre uma excelente experiência todos os anos, um excelente local de convívio”.
Contudo, admitiu que “hoje ouvi alguns restaurantes da terra descontentes, havendo a crise que há, e uma pessoa disse mesmo que os restaurantes das caldas deviam fechar no mês de agosto, porque é uma concorrência complicada”
“Compreendo os dois lados. As pessoas que estão aqui a trabalhar voluntariamente, pelas coletividades, que fazem obras sociais importantes, mas foi um ano de quebra brutal na restauração”, indicou.
O diretor da Expoeste contrapôs: “Está por provar que as Tasquinhas entram em colisão com os restaurantes. No mês de agosto, se não formos nós de portas abertas, não há restauração na cidade”.
“Queremos que a restauração beneficie das sinergias de uma festa que atrai aqui 150 mil pessoas”, defendeu António Marques.

Respostas às críticas de falta de promoção turística

Entretanto, confrontado com as críticas que o presidente da junta de freguesia da Foz do Arelho tem feito sobre a alegada falta de promoção daquela praia por parte do Turismo do Oeste, António Carneiro retorquiu lamentar que “o autarca da Foz nunca me tenha dito e por isso não lhe dou a satisfação de responder”. E lançou um repto ao jornalista: “Pergunte-lhe quanto é que o presidente da junta pagou para ter uma fotografia da Foz na capa da revista do Expresso”. “Foi pago por nós”, adiantou.
Já sobre as críticas feitas pela autarquia à falta de promoção do concelho fora do país, António Carneiro foi taxativo: “O presidente Fernando Costa é do partido do Governo. Foi o partido do Governo que nos tirou a promoção externa”.

Francisco Gomes

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