Queda de ultraleve matou os dois ocupantes

O avião caiu a pique
Dois homens morreram ao final da tarde do passado domingo na sequência da queda de um avião ultraleve, a 500 metros da pista do Aeroclube da Lagoa de Óbidos, no Arelho, em Óbidos, quando se encontrava a cerca de 50 metros do solo. As vítimas são o piloto, António José, de 61 anos, residente em Ferrel, Peniche, mecânico de motos, e Fernando Pereira, 64 anos, proprietário da aeronave, com residência em Vieira de Leiria, Marinha Grande e emigrante em França.
“Vi-os a descolar no fundo da pista do aeroclube e ainda deram a volta, mas caíram logo a pique”, contou Elói Sousa, que testemunhou o acidente, ocorrido perto das 19h20. O ultraleve, modelo Sky Ranger, ficou com a cabine completamente destruída.
“Quando cheguei ao local, um deles estava dentro do avião e não se mexia, mas o outro ainda respirava, apesar de estar debaixo do ultraleve. Só que com os ferimentos acabou por morrer”, adiantou. Prestaram socorro nove bombeiros da corporação de Óbidos, apoiados com três viaturas, e uma equipa do INEM. A GNR tomou conta da ocorrência.
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Setembro 2nd, 2010
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Seis funcionárias do Caldas Sport Clube vão a julgamento por alegado roubo
Seis mulheres estão acusadas de crimes de peculato e abuso de confiança por terem, alegadamente, desviado quase cem mil euros enquanto trabalharam no antigo posto de abastecimento do Caldas Sport Clube.
O caso remonta ao período temporal de Novembro de 2006 a Abril de 2007, quando se conseguiu arranjar prova que sustenta que seis funcionárias retiraram dinheiro, na ordem dos dois mil euros dia da caixa do posto de abastecimento situado em frente à Expoeste.
Terá sido mesmo o facto de o clube ter vendido o posto de combustível à empresa PetroCaldas que levou o novo proprietário a investigar a falta de quantias tão elevadas em caixa, quando pretendia liquidar a divida à empresa que fornecia o combustível.
O responsável da PetroCaldas terá adquirido um sistema de videovigilância para conseguir detectar o esquema montado, calculando-se que poderão ter sido furtados muitos milhares de euros nos meses anteriores ao negócio e que fazem parte das anteriores direcções do Caldas Sport Clube que se queixaram de prejuízos financeiros no posto e que na altura justificavam o desacerto nas contas pela constante oscilação do preço da matéria-prima.
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Convívio junto à praia
Pôr 300 idosos a andar de comboio foi a forma que a Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo encontrou para alertar as entidades competentes para a necessidade da revitalização da Linha do Oeste.
Os autarcas do Oeste aguardam pela modernização da Linha do Oeste há várias décadas. Ao juntar o útil ao agradável, o presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, Vasco Oliveira decidiu este ano fazer o XV passeio social dos seniores de comboio à Figueira da Foz não só proporcionado uma viagem mais cómoda mas sensibilizar o Governo para a requalificação da linha ferroviário. Para Vasco Oliveira, o desinvestimento neste serviço público tem sido por demais evidente. “Temos tido promessa de todos os governos, que havia requalificação desta linha e até hoje ainda não se fez”, disse o autarca, acrescentando que “o passeio social dos seniores de comboio serviu para chamar a atenção do Governo para a importância da Linha do Oeste não só turisticamente mas também a nível de comboio de mercadorias”. Segundo Vasco Oliveira, os investimentos na Linha do Oeste têm sido sucessivamente adiados. O autarca alerta para a “degradação dos padrões da oferta na Linha”, e para “os horários não adaptados ao fluxo de passageiros”. Deu o exemplo dos horários no verão para a praia de São Martinho do Porto que não correspondem minimamente às necessidades das pessoas.
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Setembro 2nd, 2010
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O comandante da Escola de Sargentos do Exercito (ESE) terminou a sua missão de dois anos na direcção da unidade e os seus subordinados prepararam-lhe um jantar de confraternização em que estiveram diversas personalidades da sociedade civil e militar que agradeceram a Lúcio Santos a forma profissional e abnegada como dirigiu o antigo Regimento de Infantaria 5.
Os presidente da Junta de Santo Onofre, o secretário da Junta de Nossa Senhora do Pópulo, o presidente da mesa da Assembleia Municipal, o presidente do Núcleo das Caldas da Rainha da Cruz Vermelha Portuguesa, o vereador do CDS-PP, o vereador do PSD, o vice-presidente da Câmara, o presidente da Câmara, a deputada da Assembleia da Republica Maria da Conceição, o adjunto do Governador Civil, o Governador Civil, o presidente da Liga dos Antigos Combatentes, o representante do Cencal e demais entidades civis e militares marcaram presença naquele que foi considerado um jantar de amigos, que teve lugar no restaurante A Lareira.
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Pais pedem internamento de filho que rouba

Os pais do menor pedem ajuda para o filho deixar a criminalidade
“Estou numa situação desesperada, não consigo controlar o meu filho, que está constantemente envolvido em roubos e assaltos a residências. Ando a pagar vários estragos que ele tem feito, tornando-se incomportável”. O desabafo de Maria da Felicidade consta de uma carta enviada ao Ministério Público do Tribunal das Caldas da Rainha, onde pede que sejam tomadas medidas adequadas para que o menor, de 14 anos, deixe a má vida. A.J. é considerado pelas autoridades policiais como sendo o principal foco de desestabilização na cidade, pelo “longo historial de factos ilícitos, desde furtos de veículos e ao interior de carros e de residências”.
“Penso que o melhor seria ele ir para um colégio. Talvez aí cumprisse regras que eu não consigo impor. Peço encarecidamente que seja dada uma resolução, pois trata-se de um menor que anda completamente perdido”, apela a mãe, que já não sabe a quem mais recorrer, depois de passar por várias instituições – PSP, Acção Social da Câmara, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, Instituto de Reinserção Social e Ministério Público.
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Depois de ser depositado um qualquer resíduo num caixote do lixo ou num ecoponto o trabalho não acaba ai. Dezenas de pessoas trabalham todos os dias para que a separação realizada em casa tenha continuidade, numa enorme passadeira de reaproveitamento e reutilização.
Os funcionários da antiga Resioeste, agora integrados na Valorsul, foram visitados, pelo JORNAL das CALDAS, nos bastidores onde se verificou o seu trabalho meritório, mas também onde foram patentes, algumas dificuldades cívicas por parte daqueles que deveriam iniciar este processo de gestão da matéria consumida.
O grande problema passa exactamente na separação. O ecoponto amarelo recebe tudo o que é plástico e metal e ainda tem um compartimento a vermelho onde são colocadas as pilhas. Talvez por ser o ecoponto mais multifacetado, é aquele que mais trabalho e problemas dá aos profissionais da Valorsul. Ali entram todo o tipo de materiais e até sacos de resíduos sólidos urbanos.
Maria Adelina Graça, com 50 anos de idade e funcionária num dos sistemas de triagem confessa que muitas vezes aparecem-lhe na passadeira “animais mortos”.
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Está atrasada um ano a conclusão da estação de tratamento de efluentes suinícolas de São Martinho do Porto, revelou o vice-presidente da Trevoeste, empresa de tratamento e valorização de resíduos pecuários.
“A obra está suspensa este mês para férias, mas está a sofrer um atraso de um ano devido a diferendos com o consórcio construtor exclusivamente relacionados com questões técnicas”, afirmou à Lusa Pedro Alves, que se escusou a adiantar pormenores.
Pedro Alves reconheceu que a estação de tratamento deveria estar em funcionamento em Junho de 2009, recusando também dar um novo prazo para a conclusão do investimento, de cerca de 6,5 milhões de euros.
A estação de efluentes suinícolas foi adjudicada em Março de 2007, a um consórcio liderado pela Somague. O director de marketing da empresa, Luís Garcez, garantiu que a obra “está parada”, mas não devido a férias.
“Confirmo que há um diferendo técnico e estamos a tentar junto do dono da obra chegar a um consenso em relação a esses aspectos técnicos”, declarou Luís Garcez.
A estação de São Martinho do Porto faz parte da solução integrada para o tratamento dos efluentes de suinicultura nas bacias hidrográficas dos rios Tornada e Real/Arnóia que engloba os concelhos de Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha e Óbidos, no distrito de Leiria, e Cadaval e Lourinhã, de Lisboa.
Nesta área de intervenção, existe um efectivo de 250 000 animais ou 900 000 habitantes equivalentes, sendo este sector responsável por 87 por cento da carga poluente, revela o projecto da solução integrada disponibilizado pela Trevoeste, que admite ser um “peso significativo” para as bacias hidrográficas onde se inserem a baía de São Martinho do Porto e a Lagoa de Óbidos.
Nos municípios, o sector tem ainda “associado um volume de negócios de aproximadamente 500 milhões de euros, empregando cerca de 2000 pessoas”.
Além da estação de São Martinho do Porto, o projecto de despoluição engloba mais duas estruturas de tratamento de efluentes suinícolas, também a executar pela Trevoeste em Tornada/Benedita e Real/Arnóia.
O vice-presidente da Trevoeste, empresa constituída em 2005, esclareceu que as propostas relativas a estes dois investimentos “estão analisadas”, aguardando-se “definições de financiamento” no sentido de saber a que entidades podem recorrer para a comparticipação das obras.
Carlos Barroso
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“ A Assembleia de Freguesia de Caldas da Rainha – Santo Onofre, reúne em Sessão Ordinária, na sede da Junta de Freguesia, pelas 21 horas, no dia 24 de Setembro de 2010.
Esta sessão por força da lei é pública.”
Antecipadamente gratos, apresentamos os melhores cumprimentos.
O Presidente da Assembleia de Freguesia
António Lopes Marque
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3.º
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26 de Abril de 2011 |
9 de Junho de 2011 – para os 9.º, 11.º e 12.º anos.
22 de Junho de 2011 – para os 1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade.
5 de Julho de 2011 – para a educação pré-escolar. |
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Sociedade Portuguesa de Autores alerta os estabelecimentos que a falta de licenciamento é considerado um crime
O proprietário de um estabelecimento de restauração e bebidas em Caldas da Rainha foi recentemente condenado pelo Tribunal Judicial das Caldas pela execução pública de música e de emissões televisivas sem possuir todos os licenciamentos e autorizações necessárias.
A acção jurídica foi interposta pela Sociedade Portuguesa de Autores que após uma fiscalização ao estabelecimento verificou que o proprietário procedia à exibição pública de um filme e de um documentário que passavam em canais televisivos, estando a ser utilizada para o efeito uma aparelhagem constituída por leitores de CD e DVD, televisores, amplificador, equalizador, mesas de mistura, retroprojector e quatro colunas, estrategicamente distribuídas pelas paredes e balcão do estabelecimento.
Segundo, representante da Sociedade Portuguesa de Autores o arguido já tinha sido avisado de que apenas podia exibir música ambiente proveniente de fonograma e podia transmitir emissões televisivas se fosse titular de licença. De acordo com o Tribunal Judicial de Caldas da Rainha “o infractor agiu de forma consciente e voluntária, pretendendo atrair clientes ao seu estabelecimento e assim aumentar os seus lucros, ciente de que fazia à custa do não pagamento da necessária licença da Sociedade Portuguesa de Autores”.
O arguido foi condenado pela prática de um crime, por negligência de usurpação de direitos de Autor na pena de uma multa de 320 euros no qual o juiz ordenou que a multa fosse substituída por 45 horas de trabalho a favor da comunidade. O material audiovisual foi também apreendido e o Tribunal ordenou a sua entrega ao Centro de Educação Especial Rainha D. Leonor em Caldas da Rainha.
O inspector da Sociedade Portuguesa de Autores quer que este exemplo sirva como um alerta a todos os estabelecimentos que tenham qualquer tipo de execução pública de música ou televisiva. “A falta de licenciamento é considerado um acto ilícito, criminalmente punível por lei”, disse o inspector, advertindo para o facto de “nos termos da lei, uma vez verificada a prática de um ilícito, incluindo a execução pública não autorizada, as autoridades poderem apreender todos os instrumentos que estão a ser utilizados”.
Marlene Sousa
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